Cuiabá reconhece Santuário e Cruz do Papa como patrimônios
Cuiabá reconhece Santuário e Cruz do Papa como patrimônios municipais. Confira agora os detalhes das leis que protegem a história religiosa da capital.
A Prefeitura de Cuiabá reconhece Santuário e Cruz do Papa como patrimônios municipais após a sanção de duas novas leis nesta sexta-feira (16). A medida oficializa a proteção do Santuário Eucarístico São João Paulo II e do terreno onde o pontífice conduziu uma celebração histórica em 1991.
O ato ocorreu durante uma cerimônia que marcou os 35 anos da visita papal à capital de Mato Grosso. O objetivo central é assegurar a preservação da memória cultural, histórica e religiosa da região, garantindo que o legado da visita permaneça acessível às futuras gerações.
Cuiabá reconhece Santuário e Cruz do Papa
A legislação aprovada estabelece diretrizes específicas para cada área contemplada. Confira os principais pontos das novas normas municipais:
A Lei nº 7.660 classifica o santuário como patrimônio cultural e religioso, protegendo também procissões e peregrinações. A Lei nº 7.661 declara a área da missa de 1991 como patrimônio histórico, com um raio de 60 metros ao redor do antigo altar. As normas possuem caráter declaratório e honorífico, visando o fortalecimento das tradições locais. As propostas foram apresentadas pelo vereador Tenente-Coronel Dias. Ele defende que o reconhecimento oficial é fundamental para valorizar a trajetória religiosa da cidade e manter viva a lembrança da passagem de São João Paulo II pelo estado.
Durante o evento, o prefeito Abilio Brunini reforçou o compromisso da gestão com o local. Ele destacou a necessidade de realizar investimentos na infraestrutura do espaço para facilitar o acesso de fiéis e turistas que visitam o ponto religioso.
"Desejo contribuir para o fortalecimento deste espaço. A Prefeitura atua para servir à comunidade e trabalharemos para que este local seja cada vez mais valorizado", declarou o prefeito. A iniciativa busca integrar o santuário ao roteiro de preservação da categoria de bens culturais do município.
Além disso, o reconhecimento legal serve como um marco para a proteção do patrimônio imaterial. Dessa forma, as manifestações de fé que ocorrem no local ganham um respaldo jurídico que impede a descaracterização do ambiente ao longo dos anos.
Para mais informações sobre o desenvolvimento urbano e cultural da capital, acompanhe as últimas notícias em nosso portal. A administração municipal planeja novas ações para a manutenção desses espaços históricos nos próximos meses.
Fonte: midianews.com.br