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Entrega voluntária para adoção em Sorriso é acompanhada

Mãe vítima de violência sexual realiza entrega voluntária para adoção em Sorriso. Veja como funciona o acolhimento do Judiciário e confira agora.

entrega voluntária para adoção: Mãe vítima de violência sexual opta pela entrega voluntária de recém-nascido em Sorriso. O caso foi acompanhado pela Corregedoria-Geral da Justiça de MT.

A entrega voluntária para adoção de um recém-nascido foi acompanhada de perto por autoridades do Judiciário em Sorriso. O caso envolve uma mulher, vítima de violência sexual, que manifestou o desejo de entregar o bebê legalmente após o nascimento.

O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, e a juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), Myrian Pavan Schenkel, visitaram o município. Eles foram recebidos pela juíza da Infância e Juventude local, Emanuelle Chiaradia Navarro Mano, para verificar o procedimento.

A magistrada Emanuelle Mano detalhou que a genitora recebeu suporte integral de uma equipe multidisciplinar. Esse grupo, composto por psicólogos e assistentes sociais, ofereceu orientações sobre os direitos da mulher e o processo legal de entrega.

Entenda o processo de entrega voluntária para adoção

Após o parto, a mãe confirmou sua decisão inicial. Atualmente, o bebê está sob os cuidados da Casa Lar, enquanto o trâmite jurídico segue os protocolos estabelecidos pela legislação brasileira. Confira outras últimas notícias sobre o tema:

Realização de audiência com a presença do Ministério Público e da Defensoria Pública. Garantia de um prazo legal de 10 dias para que a genitora possa reconsiderar a decisão. Encaminhamento da criança para uma família devidamente habilitada no sistema de adoção. A juíza Emanuelle explicou que o Judiciário aguarda a conclusão das etapas legais para prosseguir com a chamada dos pretendentes. Esse é um momento aguardado por famílias que compõem a fila de espera por uma criança.

O desembargador José Luiz Leite Lindote ressaltou a importância de divulgar esse direito. Segundo ele, é fundamental que as mulheres saibam que podem buscar a Justiça para receber acolhimento sem sofrer julgamentos.

Além disso, a juíza Myrian Pavan Schenkel destacou que o procedimento visa a proteção da criança. Dessa forma, a decisão da mãe é respeitada e o menor é encaminhado para um ambiente familiar seguro e preparado.

A visita da Corregedoria em Sorriso também incluiu inspeções em seis cartórios da comarca. A ação reforça o compromisso do órgão com a eficiência dos serviços judiciários e a proteção da infância e juventude no estado.

Fonte: sonoticias.com.br