Federação Brasil da Esperança traça estratégia para manter e
Com foco na reeleição de Lúdio Cabral, grupo político projeta manter cadeiras na Assembleia Legislativa e avalia disputa interna entre Barranco e José Carlos do
Com foco na reeleição de Lúdio Cabral, grupo político projeta manter cadeiras na Assembleia Legislativa e avalia disputa interna entre Barranco e José Carlos do Pátio.
A Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB, definiu como meta principal para o próximo pleito a manutenção das duas cadeiras que atualmente ocupa na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O grupo, contudo, trabalha com a expectativa otimista de conquistar um terceiro assento, embora reconheça que o desafio eleitoral será considerável.
Dentro do cenário desenhado pela federação, o deputado estadual Valdir Barranco (PT) é apontado como o parlamentar que enfrenta o maior grau de vulnerabilidade na disputa pela permanência no Legislativo estadual.
Por outro lado, o deputado Lúdio Cabral (PT) consolida-se como o nome de maior força dentro do grupo. A expectativa é que ele supere a marca de 47,5 mil votos obtidos em 2022, impulsionado pela visibilidade e pelo capital político conquistados durante sua candidatura ao segundo turno pela Prefeitura de Cuiabá em 2024.
A segunda vaga disponível para a federação deve ser palco de um embate direto entre o atual deputado Valdir Barranco e o ex-prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (PV). A disputa interna promete movimentar as bases dos partidos aliados.
Analistas políticos ponderam que a possibilidade de eleger três deputados é considerada baixa. O principal entrave para essa meta é a ausência de outros nomes com grande densidade eleitoral na chapa, o que dificulta a captação de votos suficientes para alcançar uma terceira cadeira.
A projeção é de que o quociente eleitoral para a Assembleia Legislativa gire em torno de 75 mil votos. Diante disso, a estratégia da federação será focada na disputa pelas chamadas sobras eleitorais.
Para garantir sucesso nessa etapa, o grupo precisa cumprir requisitos específicos estabelecidos pela legislação eleitoral. A federação deve atingir, no mínimo, 80% do quociente eleitoral, enquanto os candidatos precisam obter, individualmente, uma votação equivalente a pelo menos 20% desse mesmo quociente.
O cenário, portanto, exige uma articulação precisa dos partidos de esquerda em Mato Grosso, que buscam equilibrar a força de seus principais quadros com a necessidade de ampliar a representatividade na Casa de Leis estadual.
Fonte: midianews.com.br