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Incêndio atinge loja de homem acusado de feminicídio em

incêndio atinge loja: Um incêndio atingiu um prédio em Cuiabá que pertencia a um homem acusado de feminicídio. Confira os detalhes deste caso policial agora.

incêndio atinge loja — Um incêndio de grandes proporções atingiu uma edificação no bairro Alvorada, em Cuiabá, na tarde desta quarta-feira (21). O imóvel abrigava diversas quitinetes e a loja conhecida como “Pépi Cell”, que pertencia a Fabiano Oliveira Borges, de 43 anos. O proprietário era o principal suspeito de assassinar sua companheira, Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, em agosto deste ano.

O Corpo de Bombeiros foi acionado via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 17h15. Três viaturas foram deslocadas para o combate às chamas. Segundo informações preliminares, o fogo teria iniciado em uma das quitinetes localizadas no primeiro andar, espalhando-se rapidamente para os demais cômodos e destruindo toda a mobília do local.

Incêndio atinge loja de homem acusado de feminicídio

O caso que envolve o proprietário do imóvel ganhou repercussão nacional devido à brutalidade do crime cometido contra Ana Cristina. A jovem foi assassinada com um tiro na nuca no dia 15 de agosto de 2026, dentro de sua residência, na presença do filho de apenas 3 anos. Na ocasião, Fabiano Oliveira Borges fugiu do local em uma motocicleta Honda Titan preta após uma discussão com a vítima.

O socorro à vítima foi prestado por vizinhos e familiares, que a encaminharam ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) após encontrarem a jovem ferida. O histórico do crime e a investigação subsequente revelaram detalhes alarmantes sobre a conduta do suspeito e de possíveis cúmplices. Confira outras últimas notícias sobre casos policiais na região.

Alguns pontos cruciais sobre o caso incluem:

O suspeito, Fabiano Oliveira Borges, foi encontrado morto em Nobres, no dia 19 de agosto de 2026, com sinais de execução. O corpo de Fabiano apresentava as mãos amarradas e sete marcas de disparos de arma de fogo. Um policial militar é investigado por suspeita de auxiliar o suspeito após o crime, mantendo contato telefônico por oito minutos. O militar envolvido na investigação alegou, em depoimento, que tentava convencer Fabiano a se entregar às autoridades. Contudo, ele demorou cerca de três horas para comunicar o fato à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Além disso, o PM não informou o ocorrido ao seu próprio comandante imediato.

A morte de Fabiano em Nobres, município localizado a 120 km da capital, ainda é objeto de apuração. Existe a suspeita de que o corpo tenha sido arremessado de uma ponte após o homicídio. As autoridades seguem investigando as circunstâncias do incêndio no bairro Alvorada e a conexão com os eventos criminosos anteriores.

Fonte: rdnews.com.br