Justiça proíbe empresário de se aproximar da filha em Cuiabá
Justiça proíbe empresário de se aproximar da filha após denúncias de violência doméstica e ameaças em Cuiabá. Confira agora os detalhes da decisão.
Justiça proíbe empresário de se aproximar da filha: A Justiça de Mato Grosso impôs medidas protetivas contra o empresário Lourivaldo Bernardino após graves denúncias de ameaça e violência doméstica contra a filha.
A Justiça proíbe empresário de se aproximar da filha em Cuiabá, após a concessão de medidas protetivas de urgência. A decisão, proferida nesta terça-feira (8) pelo juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, do Plantão Criminal, visa resguardar a integridade de Camila Mineiro Bernardino.
O magistrado também impôs restrições à companheira do empresário, Diana Tavares Ramos. A medida ocorre em um contexto de conflitos familiares envolvendo a administração da empresa Laprotec Serviços Gerais de Meio Ambiente, que passa por um processo de recuperação judicial.
Justiça proíbe empresário de se aproximar da filha
Conforme a decisão judicial, Lourivaldo Bernardino deve manter uma distância mínima de mil metros de sua filha, de outros familiares e de testemunhas. Além disso, ele está proibido de frequentar o condomínio onde Camila reside ou qualquer local onde ela esteja presente.
As restrições impostas pelo tribunal incluem:
Proibição total de contato com a vítima, familiares e testemunhas por qualquer meio, incluindo redes sociais; Disponibilização do botão do pânico para a proteção de Camila; Restrição de aproximação e contato também aplicada à companheira do empresário, Diana Tavares Ramos. O caso ganhou repercussão após um boletim de ocorrência registrar um episódio violento na sede da empresa familiar. Segundo o relato de Camila à Polícia Civil, o pai teria tentado esfaquear o próprio filho e, na sequência, investido contra ela com a intenção de matá-la. Durante a confusão, uma funcionária também teria sido agredida.
Além do episódio recente, a vítima relatou um histórico de abusos e constrangimentos. Camila afirmou que o pai a obrigava a assinar documentos e realizar transferências financeiras sob ameaças de deixá-la sem recursos. Ela ainda mencionou que as intimidações teriam afetado sua saúde durante a gravidez, resultando em um parto prematuro.
A vítima destacou que Diana Tavares Ramos, que reside no mesmo condomínio, frequentemente a constrange em áreas comuns. Diante desses relatos, o juiz considerou que existem elementos suficientes para justificar a urgência das medidas protetivas, citando a gravidade da tentativa de homicídio e o histórico de desentendimentos na gestão das empresas.
O magistrado enfatizou a necessidade de preservar a integridade física e psicológica de Camila. Portanto, o cumprimento das ordens deve ser imediato. Para acompanhar outros desdobramentos sobre este caso e outras últimas notícias , continue acompanhando nossa cobertura na categoria de geral.
Fonte: midianews.com.br