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Leniel Borel é eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro

Leniel Borel é eleito deputado federal com mais de 72 mil votos. Confira os detalhes sobre a trajetória do pai do menino Henry Borel na política.

Leniel Borel é eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Aos 42 anos, o candidato do Progressistas obteve 72.658 votos no pleito realizado neste domingo (4/10).

Com esse resultado, ele garantiu uma das cadeiras fluminenses na Câmara dos Deputados. O político alcançou 0,82% dos votos válidos, posicionando-se como o 35º candidato mais votado para o cargo no estado.

Além disso, Este será o primeiro mandato de Leniel na esfera legislativa federal. Os parlamentares eleitos neste ciclo tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027, iniciando um período de quatro anos de atuação. Para acompanhar outras atualizações, confira as últimas notícias .

Leniel Borel é eleito

Leniel ganhou notoriedade nacional após o trágico assassinato de seu filho, Henry Borel, de 4 anos. O crime ocorreu em 8 de março de 2021, dentro do apartamento onde a criança residia com a mãe e o padrasto, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Portanto, Na época, a mãe, Monique Medeiros, e o então namorado, o ex-vereador Dr. Jairinho, levaram o menino ao Hospital Barra D'Or. Eles sustentaram a tese de que Henry teria caído da cama, mas a perícia descartou essa versão.

As investigações detalharam a gravidade da violência sofrida pela criança:

O laudo pericial confirmou morte por hemorragia interna e laceração hepática. A reconstituição do crime identificou 23 lesões compatíveis com agressões físicas. A perícia concluiu que não houve acidente doméstico, mas sim ação contundente. O julgamento do caso trouxe desfechos distintos para os acusados. O júri considerou o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, culpado por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo.

A sentença de Jairinho totalizou 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão. Por outro lado, a acusação contra Monique Medeiros por homicídio doloso foi desclassificada para culposa, sem intenção de matar.

Monique recebeu perdão judicial pelo crime de homicídio. Ela também foi condenada a 1 ano e 4 meses por omissão diante das torturas, mas, como já havia cumprido o tempo em prisão preventiva, a pena foi considerada extinta.

Fonte: midianews.com.br