Prefeitura de Cuiabá autoriza construção de novo templo da I
Com investimento de R$ 41 milhões, a Igreja Universal do Reino de Deus recebeu aval para erguer um novo Cenáculo na região central da capital mato-grossense.
A administração municipal de Cuiabá concedeu autorização oficial para a edificação de um novo Cenáculo da Igreja Universal do Reino de Deus. O projeto, que está orçado em R$ 41 milhões, será instalado no bairro Centro-Sul, em uma área estratégica da capital.
A decisão foi formalizada por meio de publicação na Gazeta Municipal na última segunda-feira (24). O aval foi concedido após o Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico de Cuiabá (CMDE) realizar a aprovação do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e do respectivo Relatório de Impacto de Vizinhança (RIV).
Devido à magnitude da obra e à localização em uma região de tráfego intenso, a Prefeitura estabeleceu uma série de exigências. O objetivo das medidas é mitigar os transtornos urbanos que podem ser causados pelo aumento do fluxo de fiéis e de veículos nas imediações do novo templo.
Como parte das contrapartidas obrigatórias, a instituição religiosa deverá realizar investimentos que somam R$ 467.077,82. Esses recursos são destinados a compensar os impactos gerados pela instalação do empreendimento no cotidiano da região central.
O terreno escolhido para a construção está situado no encontro da Avenida Tenente Coronel Duarte com a Avenida XV de Novembro. A estrutura foi projetada para oferecer conforto e segurança aos frequentadores, contando com uma capacidade total para acomodar 1.961 pessoas simultaneamente.
A aprovação do projeto marca um passo importante para a expansão da infraestrutura religiosa na área central de Cuiabá. Com a liberação do CMDE, a igreja agora pode seguir com os trâmites necessários para o início das obras físicas no local.
A expectativa é que a construção altere a dinâmica da região, exigindo atenção especial do poder público quanto à organização do trânsito e à infraestrutura urbana do entorno, pontos que foram detalhados nos relatórios de impacto aprovados pelo conselho municipal.
Fonte: midianews.com.br