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Aposentadoria no TCE-MT: Sérgio Ricardo esclarece sucessão

Sérgio Ricardo comenta sobre a aposentadoria no TCE-MT e a permanência de Valdir Teis. Confira os detalhes do processo de sucessão na Corte de Contas.

aposentadoria no TCE-MT — O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo , esclareceu que todos os integrantes da Corte já possuem os requisitos necessários para solicitar a aposentadoria. Contudo, o gestor enfatizou que a decisão de deixar o cargo é estritamente individual e depende da vontade de cada conselheiro.

A declaração foi feita nesta quarta-feira (14) em meio a especulações sobre uma possível saída do conselheiro Valdir Teis. O debate político ganhou força nos bastidores, levantando dúvidas sobre a sucessão na vaga. Para conferir mais informações sobre o cenário político, acesse nossas últimas notícias .

Aposentadoria no TCE-MT e o futuro de Valdir Teis

Sérgio Ricardo reforçou que não há planos para uma saída antecipada de Valdir Teis. Segundo o presidente, o conselheiro manifestou o desejo de permanecer no exercício de suas funções até o ano de 2028, quando atingirá o tempo limite para sua aposentadoria compulsória.

O presidente do TCE-MT destacou que a boataria sobre a vacância é comum, mas foi prontamente desmentida pelo próprio conselheiro durante a sessão plenária. Portanto, a expectativa de mudança na composição do órgão não possui fundamento imediato.

A movimentação em torno da vaga de Teis ocorre devido à natureza da indicação, que pertence à cota da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Entre os pontos centrais do processo de sucessão, destacam-se:

A Assembleia Legislativa é responsável pela indicação de quatro dos sete conselheiros do TCE-MT. O processo formal de sucessão inicia apenas após a comunicação oficial da aposentadoria à presidência. Após a vacância, a Assembleia realiza a escolha, sabatina e votação do novo nome. O governador possui um prazo de 15 dias para se manifestar sobre a indicação aprovada pelos deputados. Embora nomes como o do deputado estadual Eduardo Botelho e do ex-secretário Rogério Gallo circulem nos bastidores, Sérgio Ricardo afirmou não ter sido procurado por parlamentares. Ele classificou o interesse como natural, dado o peso político da cadeira, mas negou a existência de articulações concretas no momento.

Por fim, o presidente detalhou que o rito de substituição é transparente e segue normas regimentais rígidas. A composição do Tribunal é dividida entre indicações da Assembleia e do Poder Executivo, garantindo que diferentes critérios, incluindo listas técnicas de auditores e procuradores, sejam respeitados na ocupação das cadeiras.

Fonte: rdnews.com.br